terça-feira, 20 de setembro de 2011

Biblioteca Comunitária agora é Ponto de Leitura!




Com o recebimento do prêmio de Ponto de Leitura pela Fundação Pedro Calmon agora um novo gás para oxigenar a Biblioteca e o acervo de livros!
Depois de uma reforma na parte física, elétrica e hidráulica, foram adquiridos mais de 500 novos títulos para o acervo: livros infantis, sobre a Chapada Diamantina e livros novos para a leitura.
Agora começa o trabalho de catalogação e arrumação. Participe!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Lançamento do filme O MITO NATIVO DO ARCO-IRIS

Making Off com Loy Andrade e Nívia Lacerda














Dia 12 de julho será o lançamento do filme curta metragem O Mito Nativo do Arco-iris aqui no Capão.
O curta metragem é uma obra de ficcão baseada em fatos reais e conta a história do mito do arco-iris revelado pelos idosos do Capão. História que foi uma das 40 selecionadas no edital REVELANDO OS BRASIS ANO IV, 2010, e contou com atuação de atores e produtores locais.

Sinopse

Ficção: Na comunidade do Vale do Capão, duas famílias nativas veem o arco-íris na direção do cemitério. Há um significado para isso: haverá morte na comunidade. O mito local do arco-íris mescla-se com a mitologia grega, através da história da Deusa Íris.

Ficha Técnica

Roteiro e direção: Nivia Lacerda
Produção: Nivia Lacerda, Romilton Santos, Arlete Ramos e Fernanda Sindlinger
Imagens: Marcelo Abreu Gois
Edição: Marcelo Abreu Gois e Danilo Dourado
Som: Gabriel Gussen
Still: Mayana Morbeck
Elenco: Beto Ávila, Loy Andrade, Maria Duarte, Josemar Alcantara, Samanta Novaes, Telma Bastos, Roberta Cotrim e Cauã Vieira dos Santos




SOS CIRCO DO CAPÃO

O CIRCO DO CAPÃO pede socorro!!
Formadora de vários artistas circenses no Vale, além de  palco para artistas internacionais, peças de teatro, filmes, etc. o Circo do Capão é um ponto de cultura muito importante para a nossa comunidade.
Vamos ajudar o nosso circo a continuar suas atividades lúdicas e trazer muito riso para o nosso Vale!


NÓS APOIAMOS !!!

Outono

Introspecção, as árvores se recolhem e soltam as folhas velhas, para dar inicio a renovação em toda a natureza.

sábado, 25 de dezembro de 2010

PALHAÇO BIANCORINO

PROFESSOR ALEXANDRE


Que maravilha um formador de palhaços!!!
Tão necessário nos dias de hoje, o professor-palhaço Alexandre (palhaço Biancorino), continua espalhando palhaços e palhaçadas em grande escala por ai.

A HISTÓRIA DO PALHAÇO15-07 notic
Traçar a história do palhaço é contar como o circo nasceu, a arte de espetáculo e entretenimento mais antiga que existe no mundo. A data de seu surgimento ninguém sabe ao certo, mas seus fundadores foram os povos nômades.
Pesquisas feitas com pinturas de cerca de 5.000 anos na China, mostram algumas figuras de acrobatas e equilibristas. A partir dessa descoberta, surge a hipótese de que o circo tenha nascido em terras chinesas. Outra evidência disso é que na época, os guerreiros utilizavam a acrobacia como forma de treinamento para dar mais agilidade e força durante as guerras.
De acordo com o Ministério dos palhaços foi durante a Dinastia do Faraó Dadkeri-Assi que o bobo da corte começou suas primeiras atividades como profissão.
A Comédia Del Arte, que surgiu na Europa na Itália no século XVI, acabou por utilizar o modelo do bobo da corte, para criar seus espetáculos. Máscaras divertidas e diferentes, roupas largas e sapatos engraçados foram as características mais marcantes das comédias produzidas por esses grupos de teatro. Além das típicas piadas criadas para divertir o público, com uma pitada de sarcasmo e até romantismo.


O Palhaço no Oriente
Nas cortes dos imperadores chineses os palhaços adquiriram importante papel, podendo inclusive fazer com que o imperador muda-se de idéia em suas decisões. Por mais de mil anos, em várias partes do Oriente (como Malásia, Burma e o Sudeste da Ásia) os palhaços apareciam em teatros, mesmo em representações religiosas; eram conhecidos como “Lubyet” (homens frívolos), os palhaços e atuavam como desastrosos assistentes dos personagens príncipes e princesas.
Na Malásia os palhaços se chamavam “P’rang” e usavam horrendas máscaras de bochechas e sobrancelhas enormes, cores carregadas e um grande turbante, criando uma figura pavorosa.
Alguns dos melhores palhaços asiáticos vêm de Bali; os personagens mais populares e que ainda se pode ver são os irmãos Penasar e Kartala. O primeiro palhaço aparece sempre preocupado e angustiado, e nunca deixa de comportar-se bem; o segundo palhaço não faz nada do jeito certo, senão tudo ao contrário.
O Palhaço na Grécia e Roma
A história no palhaço na antiga Grécia existe a mais de 2.000 anos, os palhaços faziam parte das comédias teatrais. Após a apresentação de tragédias sérias, os palhaços davam sua própria versão do fato, onde os heróis apareciam como idiotas perante o palhaço. Seu alvo preferido era Hércules, mostrando que suas façanhas aconteciam mais pelo acaso do que intencionalmente.
Também na antiga Roma existiam diversas classes de palhaços; Um palhaço era Cicirro, que se caracterizava com uma máscara de cabeça de galo e cacarejava movendo os braços como asas, e o outro palhaço era Estúpido, com gorro pontiagudo e roupa de retalhos. Os outros atores aparentavam estar enojados e batiam nos dois palhaços causando ainda mais riso entre o público.
O Palhaço na Idade Média
Já no início da Idade Média, com os teatros fechados, artistas perambulavam por toda parte para atuar onde pudessem, para sobreviver, participando de feiras em várias regiões. Na Alemanha e na Escandinávia os palhaços eram conhecidos como “gleemen”, e na França, “jongleurs” (malabaristas). Os palhaços contavam contos, cantavam baladas, eram músicos, malabaristas, mímicos, acrobatas, equilibristas e toda sorte de artistas. Em épocas mais festivas, grupos de mímicos e palhaços apresentavam danças e comédias nessas feiras. Nesses grupos, depois dos bailarinos, os personagens mais importantes eram os palhaços, que levavam uma bola atada por um barbante, com o qual iam batendo nos espectadores, a fim de abrir espaço para a atuação dos mímicos e dos próprios palhaços. Com freqüência levava uma vassoura para varrer as pessoas do local gritando: “Espaço! Espaço! Preciso de espaço para recitar minhas trovas!”. As palhaçadas eram, nessa época, mais importantes do que a própria história que se apresentava.
Foi também na Idade Média que surgiu a figura do bufão, ou “bobo da corte” (palhaço da corte); alguns eram realmente “bobos”, mas a maior parte era formada por palhaços inteligentes que se faziam de estúpidos para alegrar as pessoas com a arte do palhaço.
Na Alemanha, os palhaços eram chamados de “alegres conselheiros”, pois, em suas agudas observações, cada palhaço incluía bons conselhos.
Ainda durante a Idade Média os palhaços atuaram nos teatros pouco a pouco “re-abertos”, principalmente em comédias religiosas, representando o “diabo”, os “vícios”, a estupidez e o mal. Muitas vezes o narrador era um palhaço que mantinha a platéia entretida, atenta, e explicava melhor a história. Cada vez mais o papel do palhaço foi se tornando mais importante, ressaltando os contrastes, até que William Shakespeare mostrou que o palhaço podia não só fazer rir, como fazer chorar, e tornar ainda mais dramáticas as cenas trágicas de uma obra, os palhaços passaram a ser tão importantes, nessas representações, quanto os atores sérios de grandes clássicos do teatro. 


A fusão entre o bobo da corte, os atores da Comédia Del Arte e o Circo, acabou dando origem ao palhaço que conhecemos hoje. Sua história é um misto de criatividade, evolução e mudanças. Mas a verdade, é que desde sempre, e através dos tempos, inúmeras pessoas dedicaram-se à arte de fazer rir.






segunda-feira, 4 de outubro de 2010

REVELANDO OS BRASIS 2010

http://www.revelandoosbrasis.com.br/



Palmeiras está presente no Revelando os Brasis IV Edição!



Nívia Lacerda participando das oficinas no Rio de Janeiro
A fotógrafa Nívia Lacerda é autora de uma das 40 histórias selecionadas no Revelando os Brasis, ano IV,  com a história: O Mito nativo do arco-iris. E já está no Rio de Janeiro participando das oficinas do projeto para ao retornar para Palmeiras, mobilizar a comunidade e filmar a sua história transformando-a num curta-metragem de 15 minutos.

"Os 40 autores das histórias escolhidas vivem uma aventura pelo cinema. Os selecionados participam das Oficinas de Realização Audiovisual do Revelando os Brasis, nas instalações da Rio Filmes, no Rio de Janeiro.

Com duração de 15 dias, as aulas levam os participantes a uma imersão em todas as etapas de realização de um filme. Os participantes estudam disciplinas como Introdução à Linguagem Audiovisual, Roteiro, Direção, Produção, Fotografia, Som, Edição, Direção de Arte, Mobilização, Direitos Autorais e Comunicação Colaborativa. O quadro de instrutores é composto por professores e profissionais renomados do cinema e da comunicação.
A etapa de formação é enriquecedora tanto para os selecionados quanto para os professores e representa uma experiência de interação de costumes, valores e jeitos de ser de diferentes partes do país.
Depois das aulas intensivas sobre como fazer uma obra audiovisual, os 40 selecionados voltam para suas cidades para a gravação do vídeo. Com o roteiro e o plano de produção nas mãos, o autor mobiliza os moradores para que desempenhem funções artísticas, técnicas e de apoio. O projeto contrata uma produtora responsável por dar o suporte ao trabalho de gravação e de edição.
Nesta etapa, o selecionado, além de roteirista, assume a função de diretor da obra audiovisual. É o momento de colocar em prática todo o aprendizado conquistado durante as Oficinas de Realização Audiovisual.
A preparação do filme mobiliza as pequenas cidades e estimula a integração e o envolvimento da comunidade com a produção do curta-metragem. Desde a pré-produção até a edição do vídeo, a etapa de execução da obra tem duração de dois meses. "

domingo, 3 de outubro de 2010

ARTISTAS DO VALE

João Paulo Mendes pintando acrilica sobre pedra (vale ao fundo)
JOÃO PAULO MENDES
É nativo do Vale do Capão, distrito de Caeté Açú, no município de Palmeiras, Bahia. Seu profundo interesse pelas artes plásticas e pintura surgiu aos seis anos, quando recebeu de sua mãe seu primeiro caderno de desenho e ali desenhou e pintou seus super heróis. Aos dez anos ficou em primeiro lugar num concurso de histórias ilustradas sobre o tema de preservação ambiental realizado pelo IBAMA.

Foi orientado pelos artistas plásticos Áureo Augusto, Angelo Valdez, Bosco, Salomão Zalcbergas e Isabela Rocha. Esta artista (Isabela) percebendo o seu domínio da técnica de pintura a óleo e acrílica, convidou-o para trabalhar em seu atelier durante 5 anos, incentivando-o a seguir profissionalmente a carreira de pintor. Desde então tem participado de diversas exposições e realizado vendas de suas obras para várias partes do país

A pintura a óleo foi a técnica escolhida nas pinturas sobre tela. Ainda pode-se apreciar o talento do artista nas diversas placas de pedra (técnica de acrílica sobre pedra) espalhadas por todo o vale...

“Tenho o privilegio de através da arte poder eternizar a história do meu lugar com senso do cotidiano e momentos que marcaram sua história como o ciclo do diamante, café e casas de farinha, além das belas paisagens que tem servido como fonte de inspiração para meu trabalho, bem como Aquele que me capacitou com o meu talento: Deus, minha maior fonte de inspiração, ajuda e discernimento em tudo o que faço”
Abaixo algumas obras do artista:

GARIMPEIROS
TRILHEIROS





MULHERES RALANDO MANDIOCA
    



GARIMPEIRO