terça-feira, 24 de janeiro de 2012

TEMPESTADE GEOMAGNÉTICA - Parte da atmosfera do no Sol foi lançada em direção a TERRA no domingo (22 01 2012)

Radiação começou a chegar à Terra uma hora após a erupção solar (Foto: Divulgação/NOAA)
A tempestade geomagnética mais forte em mais de seis anos deve atingir a Terra na terça-feira (24 jeneiro 2012), e pode afetar as rotas aéreas, redes de energia e satélites, disse o Centro de Previsão Meteorológica Espacial dos Estados Unidos.
A ejeção de massa coronal - uma grande parte da atmosfera do Sol - foi lançada em direção à Terra no domingo (22 janeiro 2012), conduzindo partículas solares energizadas a cerca de 2.000 quilômetros por segundo, cerca de cinco vezes mais rápido do que costumam viajar as partículas solares, disse Terry Onsager, do Centro.
"Quando nos atingir será como um grande aríete que empurra o campo magnético da Terra", disse Onsager, de Boulder, no Colorado. "Essa energia faz com que o campo magnético da Terra flutue".
Essa energia também pode interferir em comunicações de alta frequência de rádio, usadas pelas empresas aéreas para navegar próximo ao Polo Norte em voos entre a América do Norte, Europa e Ásia, portanto algumas rotas podem ser mudadas, disse Onsager. 
Também pode afetar redes de energia e operações por satélite, disse o Centro em um comunicado. Astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional podem ser aconselhados a buscar abrigo em partes específicas da aeronave para evitar uma dose solar reforçada de radiação, disse Onsager.
O Centro de Meteorologia Espacial disse que a intensidade da tempestade geomagnética seria provavelmente moderada ou forte, nos níveis dois e três de uma escala de cinco níveis, sendo o cinco o mais extremo.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

CINECLUBISMO: NÓS FAZEMOS PARTE !!





Estamos de acordo com a CARTA ABERTA ABAIXO DO CONSELHO NACIONAL DE CONECLUBES - CNC,  só é preciso olhar a realidade da nossa comunidade, nós aqui no Vale do Capão para confirmar isso: o poder informativo e educativo do audiovisual. 
Há pouco tempo, o Vale teve acesso a sessões de cinema semanais, com público crescente. É preciso se aproximar do público cada vez mais, pois ... 

"A formação de um público do audiovisual nacional se dá pela difusão do próprio audiovisual e não pela restrição ao acesso. Os cineclubes concretizam um direito fundamental, o direito ao acesso à bens culturais imateriais e o direito de participação na vida cultural."

AVANTE COMPANHEIROS CINECLUBISTAS !!!

  

O Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros - CNC, através de sua diretoria reafirma que a prática cineclubista não fere a legislação pois a todo o cineclube do país é garantida a exibição de qualquer mídia, sem que lhe sejam imputadas por “exibidores” e outros “afetados”, as pechas de “concorrência desleal” ou “exibidores ilegais”, face a suas singularíssimas características culturais; qualquer cineclube do país não tem fins lucrativos e não exibe mídias comercialmente. 
Desta forma, não tem como ferir o “direito de exibição comercial” exatamente por não ser comercial, não sendo portanto concorrencial à exploração mercadológica da cultura audiovisual. O cineclubismo garante um direito fundamental: a prática cineclubista garante o acesso, a fruição e o compartilhamento da experiência audiovisual, levando para um conjunto ainda maior da população a produção de cinema, essencialmente aos já penalizados pelas exclusões sociais, políticas e econômicas que ainda campeam no país.

Ao não ter fins comerciais, ao garantir a ampliação e democratização do acesso à conteúdos audiovisuais e por consequência a garantia de participação na produção cultural, direito universal, que se soma à Luta Pelos Direitos do Público, bandeira histórica maior do movimento cineclubista brasileiro em sua trajetória de 50 anos, os cineclubes não apenas agem legalmente como também legitimamente colaboram na livre circulação de bens culturais imateriais.



Tanto que no atual processo de revisão dos estatutos jurídicos de direitos autorais e patrimoniais é ratificada a Instrução Normativa 63 da Ancine de 2007, que em seu artigo primeiro afirma:



Art. 1º Os cineclubes são espaços de exibição não comercial de obras audiovisuais nacionais e estrangeiras diversificadas, que podem realizar atividades correlatas, tais como palestras e debates acerca da linguagem audiovisual.  

Assim, a prática cineclubista na medida em que preserva os criadores, garante a circulação de bens culturais e garante, através do acesso, processos de construção do conhecimento, de educação, de aprimoramento, de apropriação dos sentindos e inovação de criações intelectuais.



A legislação prevê a limitação do direito patrimonial, à posse comercial para que a criação cultural possa atender o interesse público e garantir o acesso mais amplo à educação e cultura dado que o acesso é a porta de entrada para o exercício dos direitos culturais, dado que bens culturais definem as relações de identidade.



A prática cineclubista  faz pensar a função social da propriedade cultural e questiona os intermediários que permitem que a obra circule desde que tenham proventos econômicos.



A formação de um público do audiovisual nacional se dá pela difusão do próprio audiovisual e não pela restrição ao acesso. Os cineclubes concretizam um direito fundamental, o direito ao acesso à bens culturais imateriais e o direito de participação na vida cultural; não concorrem com a exibição comercial (2.200 salas em todo o Brasil! Se não há salas de cinema quem garante o acesso?); equilibram o direito patrimonial e o interesse público; colaboram na educação cultural (ninguém faz filme sem ver filmes); e são elementos na garantia da democratização cultural (pressupõe exposição às obras artísticas).



O CNC explicita o papel do cineclubismo como promotor do exercício dos direitos humanos internacionalmente reconhecidos e refletidos na Carta de Tabor, qual seja, a garantia da plena liberdade de expressão cultural e o acesso imediato, amplo e irrestrito às obras culturais, como prevista no artigo 27 da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 que afirma "Todo homem tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do progresso científico e de fruir de seus benefícios" e no artigo 215 da Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, "O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais".



O movimento cienclubista representa o público, é dessa perspectiva que se relaciona com a criação audiovisual. 
É dessa forma que observamos a ação dos órgãos de arrecadação de "direitos", que é bom lembrar não tem poder de polícia (fechar ou impedir eventos e exibições) nem mesmo de justiça (determinar o que pode ou não ser veiculado) e, vamos além, perguntando: quem fiscaliza os fiscalizadores? Quais critérios de cobrança e atuação? Os recursos auferidos em cobranças são destinados aos criadores?

O CNC entende que o cinema só se completa com a exibição, caso contrário não é cinema. Na ausência de público a criação audiovisual nada representa e nada diz. Assim, a quem pode ferir a prática cineclubista?





Desejamos muito cineclubismo neste 2012,
Renovamos nossos votos de estima e consideração, 
Apresentando nossas cordiais

Saudações Cineclubistas

Nós Somos o Público 

Direção do CNC - 2010/2012 

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

OS OVNIS NA CHAPADA DIAMANTINA

assista ao filme no link ao lado
OVNIS APAVORAM MORADORES NA CHAPADA DIAMANTINA   






Paulo Gusmão pesquisa há mais de 10 anos as aparições de objetos voadores não identificados aqui na Chapada Diamantina, desde as aparições em Mucugê.
Assim, Paulo vem fazendo contato com pessoas que já viram ou fizeram contato, recolhendo depoimentos surpreendentes através de vídeos de pessoas nativas que já viram conjunto de objetos, luzes, etc. Ele mesmo afirma já ter feito contato na região do Rio Grande, distrito de Palmeiras, com seres de mais de 2 metros, que diziam ser originários de Veta.
Está tudo filmado e ele já tem um vasto material escrito que originou seu livro, ainda para publicar,  intitulado: Iris na Chapada Diamantina.
Este também foi o tema da palestra proferida por ele num Seminário no dia 19 de novembro no Mirante Café, aqui no Vale do Capão.


 . 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

QUARTAS TRANSCENDENTAIS - um convite ao autoconhecimento

As QUARTAS TRANSCENDENTAIS propõe o vídeo como instrumento de autoconhecimento e aprendizagem, contribuindo também para o desenvolvimento pessoal e social. EM CARTAZ:





terça-feira, 20 de setembro de 2011

Biblioteca Comunitária agora é Ponto de Leitura!




Com o recebimento do prêmio de Ponto de Leitura pela Fundação Pedro Calmon agora um novo gás para oxigenar a Biblioteca e o acervo de livros!
Depois de uma reforma na parte física, elétrica e hidráulica, foram adquiridos mais de 500 novos títulos para o acervo: livros infantis, sobre a Chapada Diamantina e livros novos para a leitura.
Agora começa o trabalho de catalogação e arrumação. Participe!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Lançamento do filme O MITO NATIVO DO ARCO-IRIS

Making Off com Loy Andrade e Nívia Lacerda














Dia 12 de julho será o lançamento do filme curta metragem O Mito Nativo do Arco-iris aqui no Capão.
O curta metragem é uma obra de ficcão baseada em fatos reais e conta a história do mito do arco-iris revelado pelos idosos do Capão. História que foi uma das 40 selecionadas no edital REVELANDO OS BRASIS ANO IV, 2010, e contou com atuação de atores e produtores locais.

Sinopse

Ficção: Na comunidade do Vale do Capão, duas famílias nativas veem o arco-íris na direção do cemitério. Há um significado para isso: haverá morte na comunidade. O mito local do arco-íris mescla-se com a mitologia grega, através da história da Deusa Íris.

Ficha Técnica

Roteiro e direção: Nivia Lacerda
Produção: Nivia Lacerda, Romilton Santos, Arlete Ramos e Fernanda Sindlinger
Imagens: Marcelo Abreu Gois
Edição: Marcelo Abreu Gois e Danilo Dourado
Som: Gabriel Gussen
Still: Mayana Morbeck
Elenco: Beto Ávila, Loy Andrade, Maria Duarte, Josemar Alcantara, Samanta Novaes, Telma Bastos, Roberta Cotrim e Cauã Vieira dos Santos




SOS CIRCO DO CAPÃO

O CIRCO DO CAPÃO pede socorro!!
Formadora de vários artistas circenses no Vale, além de  palco para artistas internacionais, peças de teatro, filmes, etc. o Circo do Capão é um ponto de cultura muito importante para a nossa comunidade.
Vamos ajudar o nosso circo a continuar suas atividades lúdicas e trazer muito riso para o nosso Vale!


NÓS APOIAMOS !!!